Crise em Ceuta leva Luís Montenegro a reforçar fronteiras no sul de Portugal
A pressão migratória no enclave espanhol de Ceuta motivou uma resposta direta do Governo português. Luís Montenegro anunciou o reforço da vigilância nas fronteiras terrestres e marítimas do sul do paí...

A pressão migratória no enclave espanhol de Ceuta motivou uma resposta direta do Governo português. Luís Montenegro anunciou o reforço da vigilância nas fronteiras terrestres e marítimas do sul do país.
O primeiro-ministro quer evitar reflexos da crise no território nacional, aumentando a presença policial nas zonas mais próximas dos acontecimentos.
Espaço Schengen sem alterações
Apesar do aumento da segurança, Portugal recusa suspender o acordo de livre circulação. O chefe do Governo garante que não existem motivos para travar o Acordo de Schengen.
A estratégia passa apenas por mobilizar mais forças de autoridade. O objetivo é vigiar os acessos a sul sem prejudicar a circulação regular de pessoas e bens.
Vidas perdidas e imigração ilegal
Luís Montenegro lamenta a morte de migrantes na tentativa de alcançar a Europa. Contudo, avisa que o recurso a rotas clandestinas e desreguladas apresenta riscos extremos.
O líder do executivo recorda que os migrantes retidos estão a ser repatriados para Marrocos. A mensagem do Governo é clara: violar as fronteiras não assegura a entrada no espaço europeu.
Integração exige regras
O Governo defende uma política de portas abertas, mas com ordem. A imigração deve ocorrer com dignidade e planeamento estruturado.
Portugal procura garantir condições de habitação e emprego a quem chega por vias legais. O acesso aos cuidados de saúde e à educação completa a estratégia de acolhimento nacional.





























