Lisboa decide liderança distrital do Chega em duelo entre Patrícia Almeida e Pedro Tomé Aleixo
Lisboa prepara-se para eleger a nova liderança distrital do Chega este domingo. A disputa coloca frente a frente duas visões distintas para o futuro do partido na capital: a linha de continuidade da d...

Lisboa prepara-se para eleger a nova liderança distrital do Chega este domingo. A disputa coloca frente a frente duas visões distintas para o futuro do partido na capital: a linha de continuidade da deputada Patrícia Almeida e o projeto de base de Pedro Tomé Aleixo.
A corrida avança sem o atual presidente, o deputado Pedro Pessanha, que decidiu fechar o seu ciclo na distrital lisboeta.
A estratégia da Lista A
Patrícia Almeida lidera a Lista A sob o lema "Vamos Lisboa". A atual vice-presidente e militante número 23 procura transformar a estrutura na mais organizada e influente do país.
A candidata foca a campanha na presença ativa nos 16 concelhos do distrito. O objetivo passa por consolidar a força do partido nas assembleias locais e aumentar o número de eleitos nas próximas eleições autárquicas.
A deputada promete firmeza em temas centrais como segurança, habitação, saúde, imigração e economia. A equipa inclui Anabela Macedo e Rute Monteiro na corrida às vice-presidências.
O compromisso da Lista B
Pedro Tomé Aleixo encabeça a Lista B com o lema "Lisboa viva, distrital viva!". O ex-candidato autárquico apresenta uma proposta alternativa focada na proximidade aos militantes de base.
A candidatura recusa aceitar uma eleição centrada apenas na continuidade. A prioridade é valorizar o esforço das estruturas locais e garantir participação ativa aos militantes durante os próximos três anos.
Um compromisso forte de Pedro Tomé Aleixo, que faz equipa com Carla Reis e Pedro Serra, é proibir a indicação de membros da distrital para as listas à Assembleia da República.
Mudanças na reta final
O cenário eleitoral sofreu alterações antes da formalização oficial. O antigo deputado António Pinto Pereira sinalizou a intenção de disputar a estrutura, mas acabou por anunciar a desistência nas redes sociais.
Os militantes têm agora nas mãos a decisão de manter o rumo atual ou arriscar numa nova abordagem na gestão da maior distrital do país.





























