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POLITICA

Trabalhistas mantêm liderança em Manchester após Andy Burnham assumir o governo britânico

O Partido Trabalhista garantiu a presidência da Câmara da Grande Manchester. Bev Craig venceu as eleições desta sexta-feira e sucede a Andy Burnham, o atual primeiro-ministro britânico.

Trabalhistas mantêm liderança em Manchester após Andy Burnham assumir o governo britânico
Panoramas — Imagem Ilustrativa

O Partido Trabalhista garantiu a presidência da Câmara da Grande Manchester. Bev Craig venceu as eleições desta sexta-feira e sucede a Andy Burnham, o atual primeiro-ministro britânico.

A nova líder metropolitana geria até agora os destinos da cidade de Manchester. A vitória ficou confirmada pelos serviços eleitorais após a contagem das segundas preferências, numa região que concentra 2,5 milhões de habitantes.

Distância para o Reform UK

Bev Craig conquistou 47,15% dos votos na corrida eleitoral. O partido anti-imigração Reform UK assumiu o segundo lugar, alcançando 21% da preferência do eleitorado.

A eleição suplementar aconteceu para preencher a vaga deixada por Andy Burnham. O antigo autarca governava a Grande Manchester desde 2017 e venceu as eleições de 2024 com uns expressivos 63%.

Ascensão ao parlamento

Burnham deixou o executivo municipal em maio para disputar uma eleição suplementar e conquistar um lugar no parlamento. A entrada na câmara dos deputados garantiu-lhe a condição essencial para liderar o país.

O político trabalhista de 56 anos substituiu Keir Starmer em Downing Street a meio de julho. A sua imagem positiva junto dos britânicos apoia-se fortemente no sucesso alcançado a nível local.

Nova sede governamental

O novo chefe de governo começou por aplicar uma política de forte descentralização. A primeira grande medida consistiu na abertura de um núcleo governativo diretamente em Manchester.

A estrutura ganhou o nome de "Nº 10 North" e funciona sob a liderança de Louise Haigh. O pólo centraliza agora as decisões estratégicas do Tesouro e do Ministério da Habitação sobre desenvolvimento regional.

A intenção declarada do executivo passa por transferir o poder de decisão histórico de Londres. A estratégia visa construir um país menos centralizado e com oportunidades equilibradas.

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