A inteligência artificial vai render mais de mil milhões de euros ao Santander até 2028
A inteligência artificial já processa queixas de fraude e atende clientes nas operações do Santander. Esta transformação tecnológica sustenta a nova meta financeira da instituição: gerar mais de mil m...

A inteligência artificial já processa queixas de fraude e atende clientes nas operações do Santander. Esta transformação tecnológica sustenta a nova meta financeira da instituição: gerar mais de mil milhões de euros em valor de negócio até 2028.
Ricardo Martín Manjón, diretor de dados e inteligência artificial do banco, lidera esta transição. A estratégia combina a criação de novas fontes de receita com uma forte redução de custos operacionais.
Impacto global e resultados imediatos
O atual ciclo de medição começou com resultados práticos. A instituição registou 35 milhões de euros em valor de negócio logo no primeiro trimestre. A expetativa aponta para a superação da barreira dos 200 milhões de euros até ao final do ano.
A adoção tecnológica atinge grande escala. Atualmente, 185 mil funcionários usam ferramentas de inteligência artificial em todo o mundo. Na área de desenvolvimento de software, 17 mil programadores recorrem à tecnologia, que já produz 40% do novo código informático.
Automatização contra a fraude
O Openbank, marca digital do grupo, utiliza algoritmos para analisar 100 mil alertas anuais de branqueamento de capitais. O sistema suporta mais de 280 agentes de automatização em plena produção.
No Brasil, a resolução de queixas sobre fraudes com cartões de crédito ficou 95% mais rápida. A automatização gere 90% destes processos e mantém uma taxa de erro inferior a 1%.
Atendimento telefónico otimizado
O Reino Unido implementa a inteligência artificial nos canais telefónicos de apoio ao cliente. O banco pretende resolver 240 mil chamadas anuais de forma totalmente automática, o que representa 40% do volume total.
Esta medida poupa 26 mil horas aos clientes. Em simultâneo, liberta 45 mil horas de trabalho das equipas humanas para a resolução de problemas complexos. Espanha aplica a mesma tecnologia, com o foco em garantir interações de voz simples e naturais.





























