Tempestades em Leiria motivam críticas do Livre às falhas do Governo na reconstrução
O Livre exige uma mudança drástica na resposta às catástrofes climáticas em Portugal. Rui Tavares acusa o Executivo de abandonar as populações atingidas pelas intempéries do início do ano e exige o fi...

O Livre exige uma mudança drástica na resposta às catástrofes climáticas em Portugal. Rui Tavares acusa o Executivo de abandonar as populações atingidas pelas intempéries do início do ano e exige o fim do improviso nacional.
As duras críticas marcam o arranque das jornadas parlamentares do partido. Os trabalhos começam esta segunda-feira no distrito de Leiria, uma das zonas mais fustigadas pelos temporais.
Fim da cultura do improviso
"Não precisa de ser tudo desenrasca", afirma o co-porta-voz do Livre. Rui Tavares defende a urgência de criar um sistema robusto de planeamento e proteção civil. Segundo o deputado, os apoios prometidos continuam sem chegar às pessoas no terreno.
A nomeação de Luís Leite Ramos para liderar a agência de gestão dos investimentos para catástrofes gerou desconforto. Tavares considera que o antigo deputado do PSD não tem a independência nem o peso político necessários para confrontar o Governo perante eventuais atrasos.
Do terreno em Leiria ao debate em Lisboa
A agenda do primeiro dia foca-se no contacto direto com as comunidades. A comitiva do Livre percorre Leiria e a Marinha Grande para ouvir empresários e associações locais. Está também agendada uma reunião com Paulo Fernandes, líder da Estrutura de Missão para a região Centro.
Os trabalhos mudam-se para Lisboa na terça-feira. O partido organiza uma conferência no Centro Interpretativo da Assembleia da República dedicada à prevenção e recuperação de áreas afetadas. O objetivo é debater as alterações climáticas e provar que antecipar cenários extremos constitui um verdadeiro motor de desenvolvimento.





























