Congresso do PSD motiva duras críticas do Partido Socialista e Chega
A tensão política agravou-se após o encerramento da reunião magna social-democrata. O chumbo da reforma laboral no Parlamento ditou o tom dos discursos e gerou uma reação imediata do Partido Socialist...

A tensão política agravou-se após o encerramento da reunião magna social-democrata. O chumbo da reforma laboral no Parlamento ditou o tom dos discursos e gerou uma reação imediata do Partido Socialista (PS) e do Chega.
Foco no ataque político
Marcos Perestrelo garantiu que o encontro do PSD falhou na apresentação de soluções concretas. O dirigente socialista lamentou a postura de Luís Montenegro. Na perspetiva do PS, o primeiro-ministro preferiu utilizar o tempo para fazer "oposição às oposições" em vez de governar.
Distanciamento do país real
O Chega adotou uma posição semelhante perante as declarações do líder social-democrata. A deputada Rita Matias sublinhou que a intervenção do chefe do Governo ignorou a verdadeira realidade nacional. O partido apontou ainda a total ausência de medidas estruturais.
A rutura na legislação laboral
A recente rejeição das alterações laborais serviu de base principal para as trocas de acusações. Montenegro aproveitou o palco partidário para censurar os adversários pelo bloqueio do diploma governamental. Em sentido inverso, Rita Matias garantiu que os eleitores estão gratos ao Chega por ter travado a proposta do Executivo.


























