Ensino secundário pode começar uma semana mais tarde para aliviar professores
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, pondera adiar o começo das aulas no ensino secundário. A medida pretende dar descanso aos docentes após uma intensa época de exames.

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, pondera adiar o começo das aulas no ensino secundário. A medida pretende dar descanso aos docentes após uma intensa época de exames.
Esta pausa extra visa garantir o regresso às escolas com energias renovadas. O governante assegura que a alteração não afeta o calendário letivo anual dos alunos.
Ensino básico mantém datas
A alteração estuda-se apenas para os estudantes mais velhos. Os alunos do 1.º ao 9.º ano vão regressar às salas de aula nas datas estipuladas inicialmente.
A segunda fase dos exames nacionais decorre a bom ritmo. Cerca de 20% das provas já se encontram corrigidas. A tutela acredita no cumprimento rigoroso de todos os prazos.
Disparam pedidos de reapreciação
As escolas registaram mais de 20 mil pedidos para reapreciação de provas. O volume de solicitações aumentou de forma drástica face ao ano passado, exigindo um trabalho redobrado das equipas.
O Governo criou uma nova tabela de remunerações para compensar este esforço. Os classificadores ganham um euro por cada resposta avaliada e 12 euros por prova revista. O Executivo tenciona liquidar estas verbas o mais rapidamente possível, apontando para o mês de agosto.
Críticas sindicais desvalorizadas
A FENPROF contestou os valores aprovados para o pagamento aos classificadores. Fernando Alexandre rejeitou a contestação de forma imediata.
O ministro lembrou que a estrutura sindical recusou assinar o acordo da recuperação do tempo de serviço. Sublinhou ainda a postura contraditória do sindicato perante os apoios à deslocação atribuídos aos professores.



























