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Futebolistas portugueses registam o maior crescimento mundial no estrangeiro

A presença de futebolistas portugueses em ligas internacionais disparou nos últimos cinco anos. Um estudo recente do Observatório do Futebol (CIES) revela que Portugal regista o maior crescimento perc...

Futebolistas portugueses registam o maior crescimento mundial no estrangeiro
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A presença de futebolistas portugueses em ligas internacionais disparou nos últimos cinco anos. Um estudo recente do Observatório do Futebol (CIES) revela que Portugal regista o maior crescimento percentual do mundo, com um aumento de 66% de atletas a competir no estrangeiro desde 2021.

Este salto representa mais 198 profissionais portugueses espalhados por 135 ligas mundiais. Com esta subida, Portugal ocupa a nona posição no ranking dos países que mais exportam talento no futebol. A vizinha Espanha destaca-se como o destino preferido destes jogadores.

Avançados dominam as exportações

O perfil do jogador português no estrangeiro é maioritariamente ofensivo. Os avançados representam 35,3% das transferências ativas, seguidos de perto pelos defesas (31,8%). Os médios perfazem 28,4% do total, enquanto os guarda-redes fecham a lista com apenas 4,5%.

Portugal como porta de entrada europeia

Apesar do forte crescimento de Portugal, o Brasil mantém a liderança absoluta, com 1.455 jogadores a atuar fora de portas. O território luso assume o papel de principal destino para estes atletas brasileiros. A mesma dinâmica ocorre com a Espanha, quarta classificada no ranking global (681 jogadores), que também encontra no campeonato português o seu principal mercado acolhedor.

A França ocupa o segundo lugar da tabela geral (1.275 futebolistas) e detém o maior aumento em números absolutos, com mais 332 jogadores do que em 2021. A Argentina completa o pódio com 1.016 atletas no exterior.

Espanha e Nigéria acompanham a tendência de crescimento global, com subidas na ordem dos 60%. Em contraste, o CIES assinala uma quebra na exportação de talento em nove dos 50 países analisados. A Sérvia regista a descida mais acentuada, perdendo 12% da sua representação internacional para um total de 383 jogadores.

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