PUBLICIDADE
POLITICA

União Europeia reforça sanções contra a Rússia e atinge frota fantasma de petróleo

A União Europeia aprovou hoje um novo pacote de medidas restritivas contra a Rússia. A decisão atinge diretamente 34 pessoas e 47 entidades responsáveis por atividades híbridas e violações do direito ...

União Europeia reforça sanções contra a Rússia e atinge frota fantasma de petróleo
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A União Europeia aprovou hoje um novo pacote de medidas restritivas contra a Rússia. A decisão atinge diretamente 34 pessoas e 47 entidades responsáveis por atividades híbridas e violações do direito internacional na Ucrânia.

O Conselho da UE procura asfixiar o complexo militar e industrial de Moscovo. As novas sanções visam cortar as receitas energéticas russas, atacando a rede de transporte e comércio de petróleo conhecida como frota fantasma.

Bloqueio ao armamento e propaganda

A lista negra europeia inclui agora sete militares e 21 empresas que alimentam a máquina de guerra no terreno. O pacote penaliza também duas pessoas e 24 entidades ligadas ao transporte ilícito de crude.

Bruxelas quer ainda travar a propaganda estatal que justifica a ofensiva militar. A decisão condena igualmente o desrespeito contínuo do regime russo pela Convenção sobre as Armas Químicas.

O caso Alexei Navalny

As autoridades europeias puniram os responsáveis pela repressão política interna. A UE sancionou uma entidade e 15 indivíduos ligados ao envenenamento e perseguição do opositor Alexei Navalny.

Este grupo integra juízes, procuradores, agentes de segurança do Estado e guardas prisionais. A medida procura expor os abusos sistemáticos contra os direitos humanos na Rússia.

Apoio à Moldova e extensão na Crimeia

Bruxelas prolongou as restrições motivadas pela anexação ilegal da Crimeia e da cidade de Sebastopol. O bloqueio europeu a estes territórios mantém-se em vigor até 23 de junho de 2027.

A frente de defesa diplomática estende-se ainda à República da Moldova. O Conselho puniu seis indivíduos acusados de tentar desestabilizar a independência do país e subverter os seus processos democráticos.

PUBLICIDADE