Acordo de paz entre Washington e Teerão afunda preços do petróleo nos mercados globais
O Médio Oriente respira de alívio após o anúncio de um pacto histórico entre os Estados Unidos e o Irão. A decisão diplomática já reflete um impacto direto na economia global e nos mercados de energia...

O Médio Oriente respira de alívio após o anúncio de um pacto histórico entre os Estados Unidos e o Irão. A decisão diplomática já reflete um impacto direto na economia global e nos mercados de energia.
O barril de Brent afundou quase 5% nas praças financeiras internacionais. Os contratos para entrega em agosto negoceiam perto dos 83 dólares em Londres. Representa o valor mais baixo registado desde a escalada militar no princípio de março.
A esperada reabertura do Estreito de Ormuz acalmou de imediato os investidores. Esta rota marítima é fundamental para garantir o fluxo mundial de energia e a liberdade de navegação à escala planetária.
Europa e ONU aplaudem fim do bloqueio
A comunidade internacional celebra o consenso alcançado. A União Europeia considera o entendimento essencial para estabilizar os mercados e restabelecer as cadeias de abastecimento.
Ursula von der Leyen sublinha a urgência de implementar as medidas na íntegra. A líder da Comissão Europeia defende o fim imediato das restrições à navegação civil e comercial.
António Costa partilha a mesma visão positiva. O presidente do Conselho Europeu garante que os líderes comunitários estão prontos para apoiar a construção de uma paz duradoura na região e elogia todos os envolvidos no processo negocial.
António Guterres classifica o momento como uma etapa crucial. O secretário-geral da ONU pede aos intervenientes para redobrarem os esforços diplomáticos e agradece a intervenção direta de várias nações nas conversações.
Portugal apoia regresso da estabilidade
O Governo português e a Presidência da República unem vozes no apoio firme ao acordo. Marcelo Rebelo de Sousa espera que o entendimento trave o conflito armado noutras frentes, como no Líbano, e devolva a segurança a todo o Médio Oriente.
O chefe de Estado reforça a posição de Portugal sempre ao lado das vias diplomáticas e do cumprimento rigoroso do direito internacional.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros emitiu uma nota de agradecimento aos países mediadores. O executivo destaca o papel incansável do Paquistão, em coordenação com o Qatar, a Arábia Saudita e a Turquia, para alcançar o desejado cessar-fogo.




























