Sismos na Venezuela tiram a vida a 130 portugueses e lusodescendentes
A tragédia na Venezuela continua a revelar uma forte dimensão para a comunidade portuguesa. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) confirmou hoje que o número de portugueses e lusodescendentes m...

A tragédia na Venezuela continua a revelar uma forte dimensão para a comunidade portuguesa. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) confirmou hoje que o número de portugueses e lusodescendentes mortos no duplo sismo de 24 de junho subiu para 130.
O balanço anterior apontava para 121 vítimas mortais. Entre os óbitos confirmados contabilizam-se 102 adultos e 28 menores. A grande maioria destas vítimas (112) detinha também nacionalidade venezuelana.
As autoridades mantêm as operações de busca para tentar localizar 31 cidadãos nacionais que continuam desaparecidos. Portugal e vários países da União Europeia enviaram equipas de salvamento que prosseguem os trabalhos de resgate no terreno.
Mais de cinco mil mortes contabilizadas
O balanço global da catástrofe reflete uma enorme escala de destruição. Os dados oficiais mais recentes indicam a perda de 5.346 vidas, um agravamento face às 5.278 mortes registadas na véspera. O número de feridos estabilizou nas 16.740 pessoas, confirmou o responsável nacional venezuelano Jorge Rodríguez.
O duplo sismo abalou uma zona situada a 200 quilómetros de Caracas. Os tremores de terra atingiram magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala de Richter.
Os abalos atingiram a região com menos de um minuto de intervalo entre ambos. O Serviço Geológico dos Estados Unidos registou centenas de réplicas na zona afetada desde a data do desastre.





























