Polícia Judiciária recusa afastamento do inquérito sobre atrelado em Barcelos
A Polícia Judiciária (PJ) desmente qualquer afastamento da investigação ao desaparecimento de um atrelado que se encontrava à sua guarda. O equipamento acabou descoberto nas instalações de uma constru...

A Polícia Judiciária (PJ) desmente qualquer afastamento da investigação ao desaparecimento de um atrelado que se encontrava à sua guarda. O equipamento acabou descoberto nas instalações de uma construtora em Barcelos.
Esta empresa nortenha executou várias obras em edifícios da própria PJ. Realizou também intervenções na residência de Luís Neves, antigo diretor nacional da instituição.
Iniciativa da Judiciária
A força de segurança esclarece que iniciou o inquérito de forma totalmente autónoma. O processo, batizado como "Operação Pacoba", seguiu depois para o Ministério Público (MP) por decisão da própria PJ.
A instituição sublinha que cumpriu o protocolo habitual. Este passo processual reflete o procedimento aplicado a todos os inquéritos-crime iniciados internamente.
Ministério Público assume o processo
A Procuradoria-Geral da República anunciou que o MP vai conduzir a atual fase de inquérito de forma exclusiva. O processo não será delegado em nenhum órgão de polícia criminal.
Perante este cenário, a Judiciária considera pouco rigoroso afirmar que a tutela retirou o caso à instituição. A PJ defende que a passagem do processo decorre do normal funcionamento da justiça.





























