Assédio a Julián Álvarez motiva queixa do Atlético de Madrid na FIFA contra o Barcelona
O assédio do Barcelona a Julián Álvarez levou o Atlético de Madrid a apresentar uma queixa formal na FIFA e na federação espanhola de futebol. O clube da capital acusa os catalães de negociações ilíci...

O assédio do Barcelona a Julián Álvarez levou o Atlético de Madrid a apresentar uma queixa formal na FIFA e na federação espanhola de futebol. O clube da capital acusa os catalães de negociações ilícitas com o avançado argentino.
A pressão para forçar a saída
Julián Álvarez tem contrato válido com os 'colchoneros' até 2030. O jogador assumiu publicamente que a saída seria o melhor cenário para todas as partes.
O Barcelona procura um sucessor para o polaco Robert Lewandowski. A estrutura catalã vê no campeão do mundo de 2022 a peça ideal para liderar o ataque. Para adensar a polémica, Joan Laporta confirmou em julho uma proposta de 100 milhões de euros pelo jogador.
O sonho catalão e a sombra do Real Madrid
O internacional argentino rumou a Madrid em 2024, após o Atlético pagar cerca de 85 milhões de euros ao Manchester City. A imprensa espanhola relata o forte desejo do atleta em jogar no Barcelona, clube onde brilhou o seu ídolo Lionel Messi.
A rivalidade histórica agrava o caso. Em junho, os 'colchoneros' rejeitaram uma proposta de 150 milhões de euros do Real Madrid. Os meios de comunicação encaram esta investida de Florentino Pérez como uma manobra estratégica. O objetivo dos merengues passava por dificultar a contratação ao rival e cumprir uma promessa eleitoral.




























