Acesso ao Ensino Superior arranca hoje com mais de 56 mil vagas após atrasos
As candidaturas ao Ensino Superior começam hoje e trazem 56.790 vagas disponíveis para os alunos do secundário. A primeira fase do concurso arranca após dias de incerteza, marcados por atrasos inédito...

As candidaturas ao Ensino Superior começam hoje e trazem 56.790 vagas disponíveis para os alunos do secundário. A primeira fase do concurso arranca após dias de incerteza, marcados por atrasos inéditos na divulgação das notas dos exames nacionais.
O número de lugares nas universidades e politécnicos aumentou. Há mais 834 vagas face ao ano passado no regime geral de acesso. Os estudantes podem submeter a candidatura através do portal da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES) até ao dia 6 de agosto.
Prazos e segundas chamadas
Os candidatos vão conhecer as colocações a 23 de agosto. Em simultâneo, o prazo de inscrição para a segunda fase dos exames termina também hoje.
As novas provas arrancam já na terça-feira, com a disciplina de Português. Os interessados devem efetuar o registo na Plataforma de Inscrição Eletrónica em Provas e Exames.
Garantias após falhas nas pautas
O Ministério da Educação, Ciência e Inovação deixou uma garantia clara aos estudantes. Nenhum aluno sai prejudicado no acesso à universidade por erros informáticos ou administrativos.
Na passada sexta-feira, cerca de 1.400 provas surgiram classificadas como "suspensas". O problema resultou de folhas incompletas ou envios tardios por parte das escolas.
Os alunos podem pedir a reapreciação dos exames. O processo obriga à formalização do pedido até dois dias úteis após a consulta da cópia da prova. A eventual alteração da nota permite atualizar a candidatura na primeira fase do concurso num prazo de três dias.
Desafios na correção digital
Este ano letivo marcou a estreia da correção digital dos exames nacionais. O novo formato avaliou as provas de cerca de 166 mil alunos em todo o país.
A transição tecnológica deparou-se com falhas graves desde o início do processo. Estes obstáculos forçaram o Governo a reorganizar todo o calendário oficial.





























