São Tomé e Príncipe prepara eleições presidenciais com recandidatura de Carlos Vila Nova
Carlos Vila Nova quer manter-se no cargo de Presidente da República de São Tomé e Príncipe. O atual chefe de Estado oficializou a sua entrada na corrida eleitoral, apontando a estabilidade política e ...

Carlos Vila Nova quer manter-se no cargo de Presidente da República de São Tomé e Príncipe. O atual chefe de Estado oficializou a sua entrada na corrida eleitoral, apontando a estabilidade política e a resolução de problemas estruturais como as principais prioridades do seu manifesto.
Compromisso com a justiça e o passado recente
Durante a apresentação da candidatura, o líder são-tomense destacou a urgência de apurar responsabilidades sobre os trágicos acontecimentos de 25 de novembro de 2022. Nesse dia, quatro homens sofreram tortura e acabaram por morrer num quartel militar do arquipélago.
Carlos Vila Nova assegura que a paz duradoura exige uma resposta da justiça. O Presidente compromete-se a trabalhar ativamente para evitar a repetição destes episódios sombrios na história do país.
Um novo pacto para o desenvolvimento
Com quase cinco anos de mandato cumpridos, o Presidente rejeita a promessa de milagres. Em alternativa, propõe a criação de um pacto nacional que envolva partidos, sociedade civil, empresários, igrejas e a diáspora.
O candidato sublinha que a população exige resultados em vez de conflitos políticos constantes. O programa foca-se na melhoria das condições de saúde, na valorização dos jovens, na proteção ambiental e numa luta firme contra a corrupção.
O calendário eleitoral e os adversários
Os cidadãos de São Tomé e Príncipe regressam às urnas a 19 de julho para escolher o novo chefe de Estado. O prazo para a entrega formal das candidaturas termina a 4 de junho.
Mais tarde, a 27 de setembro, o país realiza eleições legislativas, regionais e autárquicas.
A corrida ao mais alto cargo da nação já conta com outros nomes confirmados. Nito Viegas D'Abreu, líder parlamentar da Ação Democrática Independente, e o jurista independente Miques João Bonfim também anunciaram a intenção de disputar a presidência.





























