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Crimeia regista três civis mortos após ofensiva noturna de drones ucranianos

A península da Crimeia sofreu uma nova investida militar ucraniana durante a noite. O ataque resultou na morte de três civis russos e provocou ferimentos em outros dois.

Crimeia regista três civis mortos após ofensiva noturna de drones ucranianos
Panoramas — Imagem Ilustrativa

A península da Crimeia sofreu uma nova investida militar ucraniana durante a noite. O ataque resultou na morte de três civis russos e provocou ferimentos em outros dois.

Sergei Aksyonov, líder local, confirmou as baixas através da rede social Telegram. O responsável expressou condolências às famílias das vítimas e garantiu apoio governamental aos sobreviventes.

As forças de defesa aérea russas revelaram a dimensão da ofensiva. As tropas intercetaram e destruíram 131 drones ucranianos. Os aparelhos não tripulados sobrevoaram dez regiões russas, a zona do Mar Negro e o território da Crimeia.

Ataques a centros logísticos

A estratégia de Kiev visou também o interior da Rússia. Um centro de distribuição da Wildberries, situado na região de Vladimir, a cerca de 150 quilómetros de Moscovo, sofreu danos estruturais.

Alexander Avdeev, governador local, confirmou o impacto de drones num armazém do distrito de Sobinsky. A investida causou pelo menos um ferido e desencadeou um incêndio nas instalações logísticas.

A administração da empresa evacuou os trabalhadores de forma imediata. As equipas de emergência e os bombeiros intervieram rapidamente para controlar as chamas no local.

Reorganização da gigante do retalho

A Wildberries, frequentemente apelidada de equivalente russa da Amazon, regista já quase duas dezenas de ataques às suas infraestruturas. A Ucrânia justifica estas ações com acusações de venda de equipamento militar através da plataforma.

A direção da retalhista garante a ausência de vítimas mortais neste décimo oitavo ataque aos seus armazéns. A empresa ativou planos de contingência para minimizar o impacto comercial.

As operações sofreram uma reorganização rápida. A receção de fornecimentos e a expedição de encomendas decorrem agora a partir de outros centros logísticos espalhados pelo país.

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