Mundial 2026 leva GNR a alertar para nova vaga de burlas com bilhetes e cromos
A febre do Mundial 2026 já faz vítimas em Portugal. A Guarda Nacional Republicana (GNR) emitiu um aviso claro para os adeptos de futebol sobre o aumento de redes criminosas que exploram a competição. ...

A febre do Mundial 2026 já faz vítimas em Portugal. A Guarda Nacional Republicana (GNR) emitiu um aviso claro para os adeptos de futebol sobre o aumento de redes criminosas que exploram a competição. Os esquemas envolvem a venda fraudulenta de bilhetes e cadernetas de cromos.
A estratégia dos cibercriminosos
Os criminosos digitais preparam o terreno com muita antecedência. Especialistas detetaram mais de 13 mil domínios na internet com o nome da entidade máxima do futebol. Cerca de 8,8% destes endereços apresentam características maliciosas. O registo destas páginas falsas disparou de forma acentuada nas últimas semanas.
Para enganar as vítimas, as redes criam um falso sentido de urgência. Os esquemas pressionam os adeptos a aproveitar oportunidades exclusivas e limitadas. Os burlões usam páginas e mensagens idênticas às das plataformas oficiais para roubar dinheiro, informações bancárias e dados pessoais.
Primeiras vítimas em território nacional
A ameaça atinge os portugueses muito antes do início do torneio. A GNR confirmou a receção de seis queixas relacionadas com a compra de cromos do Mundial 2026. As fraudes ocorreram através de redes sociais e de sites que simulavam lojas autênticas.
Táticas mais utilizadas nas fraudes
As autoridades identificaram os métodos mais comuns usados por estes grupos criminosos.
O envio massivo de mensagens falsas lidera as ocorrências. As comunicações imitam a organização do torneio e prometem falsos sorteios de bilhetes ou avisos de segurança ilusórios.
As páginas de venda e revenda de ingressos representam outro perigo considerável. Estas plataformas fraudulentas garantem lugares nos estádios, mas desaparecem assim que os adeptos efetuam o pagamento.
As lojas virtuais de artigos desportivos e cromos também merecem atenção redobrada. Os piratas informáticos copiam logótipos oficiais, marcas e catálogos de produtos para dar uma aparência legítima às plataformas ilegais.



























