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ECONOMIA

Refugiadas ucranianas em Lisboa superam a guerra e criam as suas próprias empresas

Doze mulheres ucranianas acabam de garantir financiamento direto para abrir negócios em Portugal. Longe do cenário de guerra que as forçou a abandonar os seus lares em 2022, estas empreendedoras const...

Refugiadas ucranianas em Lisboa superam a guerra e criam as suas próprias empresas
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Doze mulheres ucranianas acabam de garantir financiamento direto para abrir negócios em Portugal. Longe do cenário de guerra que as forçou a abandonar os seus lares em 2022, estas empreendedoras constroem agora um novo caminho na capital portuguesa.

A determinação substitui o desespero. Em vez de cruzarem os braços, estas refugiadas apostam na criação de empresas de raiz para dinamizar a economia local e assegurar a sua independência financeira.

O papel da Ukrainian Hub

A integração profissional destas mulheres conta com a ajuda essencial da Ukrainian Hub. Esta organização não governamental nasceu no início da invasão russa e dedica-se a apoiar a comunidade a estabelecer-se em território nacional.

Através de um programa de formação intensivo de três meses, a ONG ensina conceitos fundamentais de gestão. As formandas estudam também as exigências da legislação europeia, o que lhes dá as ferramentas práticas para superarem a burocracia portuguesa.

Um porto seguro em Portugal

Desde o agravamento do conflito, o Estado português abriu as portas a cerca de 54 mil cidadãos ucranianos. As mulheres representam a grande maioria deste grupo de deslocados que procuram estabilidade.

Anos após a chegada a um país com uma língua e costumes desconhecidos, o esforço contínuo dá frutos visíveis. As novas empresárias provam que é possível recomeçar do zero e transformar a adversidade em sucesso empresarial.

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