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ECONOMIA

Reconstrução das zonas afetadas pelas tempestades avança com sobra de fundos

O CEO do Banco Português do Fomento, Gonçalo Regalado, rejeita a existência de atrasos na recuperação dos territórios atingidos pelas tempestades do início do ano. O responsável assegura que o process...

Reconstrução das zonas afetadas pelas tempestades avança com sobra de fundos
Panoramas — Imagem Ilustrativa

O CEO do Banco Português do Fomento, Gonçalo Regalado, rejeita a existência de atrasos na recuperação dos territórios atingidos pelas tempestades do início do ano. O responsável assegura que o processo vive agora uma fase de reconstrução acelerada e que o orçamento de dois mil milhões de euros será excedentário.

Durante uma entrevista no programa Conversa Capital, Gonçalo Regalado revelou que a entrada de novas candidaturas aos apoios parou quase por completo no último mês. As visitas regulares às zonas fustigadas mostram empresários reconhecidos e satisfeitos com a resposta da instituição.

Milhões para a habitação atraem municípios

O combate à crise habitacional conta com uma linha de quatro mil milhões de euros disponível até 2028. O financiamento destina-se a apoiar a construção e a reabilitação de casas a custos acessíveis.

As câmaras municipais já registam uma forte procura por estes fundos. Apesar dos sinais positivos, o presidente do banco alerta que não existe uma solução imediata e perfeita para resolver a falta de casas no país.

Economia resiliente esbarra no excesso de supervisão

A tensão no Médio Oriente obriga algumas empresas a colocar planos de investimento em pausa. Ainda assim, o tecido empresarial português mantém uma vitalidade forte e recomenda-se.

As previsões para a economia nacional continuam otimistas. O responsável aponta para um desempenho de excelência em 2025 e projeta a entrada nas três melhores economias europeias no ano seguinte.

Apesar dos bons indicadores do país, Gonçalo Regalado deixa um aviso sobre a burocracia interna. O líder lamenta o escrutínio desproporcional sobre o banco, afirmando de forma perentória que a instituição tem mais pessoas a supervisionar e a opinar do que a trabalhar efetivamente.

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