Lousada encerra lares ilegais e dita prisão preventiva para sete suspeitos
A Guarda Nacional Republicana (GNR) encerrou nove habitações clandestinas em Lousada. Estes espaços funcionavam como lares de idosos sem qualquer licença ou condições básicas de salubridade.

Operação de resgate e encerramento
A Guarda Nacional Republicana (GNR) encerrou nove habitações clandestinas em Lousada. Estes espaços funcionavam como lares de idosos sem qualquer licença ou condições básicas de salubridade.
As autoridades resgataram 11 utentes, com idades compreendidas entre os 78 e os 95 anos, que viviam sem higiene ou acompanhamento adequado. A Segurança Social encaminhou de imediato as nove mulheres e os dois homens para instituições legais.
Prisão preventiva e proibições rigorosas
O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Penafiel aplicou a medida de coação mais grave aos sete suspeitos. As seis mulheres e o homem, com idades entre os 25 e os 65 anos, aguardam o desenvolvimento do processo em prisão preventiva.
O juiz proibiu os detidos de estabelecerem contacto com as vítimas ou os respetivos familiares. O grupo fica também absolutamente impedido de exercer qualquer função ligada ao cuidado de terceiros.
Denúncias desencadeiam investigação
A intervenção policial nasceu de várias queixas sobre o tratamento degradante nestas casas. O capitão Mendes dos Santos, da GNR do Porto, confirmou que as denúncias motivaram a abertura do inquérito.
O Jornal de Notícias avança que a investigação abrange suspeitas de mortes nestas residências ilegais. O processo esteve parado durante um ano no Ministério Público, em Lisboa, antes das autoridades avançarem para o terreno com o apoio de várias entidades de saúde e justiça.



























