Sede do PSD em Odivelas sofre ataque de extremistas após greve geral
O partido vai avançar com uma queixa-crime após a vandalização da sua estrutura concelhia, ocorrida na madrugada de 4 de junho. A direção local recusa ceder a tentativas de silenciamento.

O partido vai avançar com uma queixa-crime após a vandalização da sua estrutura concelhia, ocorrida na madrugada de 4 de junho. A direção local recusa ceder a tentativas de silenciamento.
Durante a noite, desconhecidos pintaram mensagens ameaçadoras nas paredes e nos vidros das instalações. Expressões como "respeito à greve" e "não passará" surgiram escritas a tinta vermelha e preta. Segundo os moradores da zona, o ataque ocorreu entre as duas e as três da manhã.
Ligação aos confrontos no Parlamento
Rui Teixeira, dirigente local, associa este episódio aos recentes desacatos em frente à Assembleia da República. Os confrontos no final da manifestação da CGTP, na quarta-feira, geraram tensão e terminaram com a detenção de seis pessoas.
Rejeição da intimidação radical
Em comunicado, os sociais-democratas classificam o ato como uma ação deliberada de uma minoria extremista. A força partidária acusa estes grupos de usarem o anonimato para atacar a liberdade política e de expressão.
A estrutura concelhia sublinha que a frustração por uma paralisação com baixa adesão não justifica a violência. O partido reitera o respeito pelas divergências ideológicas, mas repudia de forma veemente a destruição de património como forma de intervenção cívica.



























