O alerta sobre o ataque à classe média marca a rentrée da Iniciativa Liberal em Quarteira
A criação de contas individuais de pensões lidera a nova estratégia da Iniciativa Liberal (IL) para travar o declínio da classe média em Portugal. Mariana Leitão aproveitou a rentrée política em Quart...

A urgência de salvar a classe média
A criação de contas individuais de pensões lidera a nova estratégia da Iniciativa Liberal (IL) para travar o declínio da classe média em Portugal. Mariana Leitão aproveitou a rentrée política em Quarteira para exigir um sistema de capitalização transparente.
A proposta defende que cada cidadão tenha uma conta pessoal para consultar os seus descontos e rendimentos ao longo da vida. A líder da IL afasta qualquer intenção de privatizar a Segurança Social.
As pensões de quem já trabalhou ou necessita de apoio social continuam totalmente garantidas. O grande objetivo passa por dar opções reais de poupança aos mais jovens e assegurar o seu futuro.
O abandono por tática eleitoral
A classe média tornou-se invisível para os sucessivos governantes. A presidente da IL acusa o PS e o PSD de virarem as costas a quem efetivamente gera riqueza no país.
A perda de poder de compra e o encolhimento desta faixa da população ditaram a redução do seu peso nas urnas. Para a dirigente liberal, esta realidade traduz-se num enorme desprezo político.
Luís Montenegro ocupou o centro das críticas. Mariana Leitão acusa o primeiro-ministro de falhar as promessas de alívio fiscal, redução da burocracia e reforma do Estado.
A criação de um fundo soberano para comprar posições em empresas como a REN gerou forte indignação. A IL classifica a medida como um confisco direto financiado pelo trabalho dos portugueses.
A ilusão das promessas sem contas
Os restantes partidos enfrentaram duras acusações de irresponsabilidade orçamental. Mariana Leitão alerta que o Chega representa apenas o aumento do Estado e da incompetência.
A promessa de baixar a idade da reforma feita por este partido surge sem qualquer explicação sobre o seu financiamento. A esquerda sofreu críticas muito semelhantes.
A IL acusa os partidos de esquerda de proporem aumentos salariais contínuos sem avaliarem o impacto no futuro do país. Para os liberais, a ausência de uma classe média forte destrói por completo a capacidade nacional de competir a nível internacional.




























