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A linha da frente ucraniana agrava-se e Moscovo antecipa um colapso irreversível

As tropas russas mantêm a pressão em toda a linha de contacto e o Governo de Moscovo acredita que a resistência militar está prestes a ceder. Dmitri Peskov, porta-voz do Kremlin, garante que a degrada...

A linha da frente ucraniana agrava-se e Moscovo antecipa um colapso irreversível
Panoramas — Imagem Ilustrativa

As tropas russas mantêm a pressão em toda a linha de contacto e o Governo de Moscovo acredita que a resistência militar está prestes a ceder. Dmitri Peskov, porta-voz do Kremlin, garante que a degradação das defesas da Ucrânia ocorre diariamente e vai culminar num cenário sem retorno para o Governo de Kiev.

O avanço russo no Donbass

As forças de Moscovo reivindicam operações bem-sucedidas nas localidades de Kostiantinivka e Liman. O controlo destas posições representa um passo militar decisivo.

A captura destas cidades desbrava o caminho até Sloviansk e Kramatorsk. Estes dois centros urbanos funcionam como as principais fortalezas defensivas ucranianas na região leste.

A tática de retaliação de Kiev

Perante a desvantagem no terreno, as tropas ucranianas ajustaram a sua estratégia. A Ucrânia concentra agora os ataques muito além das trincheiras, atingindo a retaguarda do território da Rússia.

Os alvos prioritários incluem refinarias de petróleo e rotas logísticas fundamentais. Esta ofensiva contínua gera falhas visíveis no abastecimento de combustível no mercado russo.

Dmitri Peskov desvaloriza as investidas ucranianas e rotula as ações como tentativas desesperadas contra infraestruturas civis. O porta-voz assegura que as chefias militares trabalham sem pausas para travar estas ameaças.

O conflito, iniciado pela invasão russa a 24 de fevereiro de 2022, atravessa uma fase de desgaste profundo, com Moscovo a tentar forçar o fim das capacidades táticas de Kiev.

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