PUBLICIDADE
MUNDO

Israel decreta alerta máximo perante ameaça de ataque iminente do Irão

Israel colocou as forças militares em estado de alerta máximo face à ameaça de um ataque iraniano iminente. O exército antecipa uma ofensiva para as próximas horas, elevando novamente a tensão no Médi...

Israel decreta alerta máximo perante ameaça de ataque iminente do Irão
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Israel colocou as forças militares em estado de alerta máximo face à ameaça de um ataque iraniano iminente. O exército antecipa uma ofensiva para as próximas horas, elevando novamente a tensão no Médio Oriente.

Eyal Zamir, chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (FDI), conduz uma avaliação permanente no terreno. As tropas israelitas preparam já vários cenários de resposta militar, focados tanto na defesa como no contra-ataque.

O Comando da Frente Interna mantém as diretrizes de segurança inalteradas para a população civil. Contudo, as lideranças militares deixaram um aviso claro e prometem não tolerar qualquer incursão contra o país.

Escalada de violência no Líbano

A atual ameaça surge na sequência de novos bombardeamentos israelitas em Dahye, na zona sul de Beirute. A operação militar aconteceu esta tarde, em retaliação ao lançamento de três drones pelo Hezbollah contra comunidades fronteiriças no norte de Israel.

O ataque na capital libanesa ensombra as negociações a decorrer entre os Estados Unidos e o Irão. As duas potências discutem a assinatura de um acordo de paz, mas não existe confirmação oficial de que o fim das hostilidades no Líbano faça parte do documento.

Histórico recente de confrontos

O cenário atual repete a instabilidade vivida há cerca de uma semana. Uma anterior ofensiva de Israel em Dahye provocou o lançamento de três vagas de mísseis iranianos, gerando ataques diretos de resposta por parte de Telavive.

Teerão já tinha ameaçado avançar com retaliações severas caso o exército israelita mantivesse a pressão sobre o Líbano. O regime iraniano argumenta que o último acordo de cessar-fogo, mediado pelos norte-americanos, incluía também a proteção do país vizinho.

PUBLICIDADE