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POLITICA

Israel vai a votos em outubro com Netanyahu na corrida ao quarto mandato

Benjamin Netanyahu quer liderar o Governo israelita pela quarta vez. O atual primeiro-ministro confirmou a candidatura às eleições legislativas de outubro com uma promessa clara de vitória.

Israel vai a votos em outubro com Netanyahu na corrida ao quarto mandato
Panoramas — Imagem Ilustrativa

Benjamin Netanyahu quer liderar o Governo israelita pela quarta vez. O atual primeiro-ministro confirmou a candidatura às eleições legislativas de outubro com uma promessa clara de vitória.

O anúncio decorreu durante a primeira conferência de imprensa após Washington e Teerão assinarem um acordo para travar o conflito no Médio Oriente. Apesar da pressão da oposição e das críticas internas à gestão da guerra contra o Irão e o Hezbollah, Netanyahu mantém a confiança política intacta.

Tropas israelitas mantêm posições

A segurança nacional dominou o discurso do líder israelita. Netanyahu defendeu as recentes operações militares e garantiu que o exército não vai abandonar Gaza, Líbano e Síria nos próximos tempos.

O primeiro-ministro justificou a ofensiva como uma manobra vital para afastar a ameaça de destruição nuclear de Israel. A mensagem para Teerão foi perentória: o programa nuclear iraniano não vai avançar.

Netanyahu assegurou que, com ou sem acordo internacional, o Irão nunca terá armas nucleares enquanto assumir a chefia do Governo.

Relação diplomática com Donald Trump

A ligação aos Estados Unidos mereceu também destaque na intervenção. Netanyahu desvalorizou os recentes atritos com Donald Trump, comparando a aliança a divergências habituais nas melhores famílias.

O líder israelita negou qualquer submissão entre os dois governos. Rejeitou as acusações de que dita as ações da Casa Branca ou de que cede a todas as exigências norte-americanas.

Apesar de Trump o ter apelidado recentemente de pessoa difícil e exigido mais gratidão pelo apoio financeiro e militar, Netanyahu elogiou o empenho dos Estados Unidos. O primeiro-ministro sublinhou o respeito pelo presidente norte-americano na luta contra o inimigo comum, mesmo confessando desconhecer os detalhes do novo pacto com o Irão.

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