UGT rejeita reforma laboral e Governo dá 15 dias para reconsiderar
A União Geral de Trabalhadores rejeitou por unanimidade a proposta de reforma da lei laboral. A decisão foi tomada esta quinta-feira e marca um revés nas negociações entre o Governo e os parceiros soc...

UGT chumba acordo por unanimidade
A União Geral de Trabalhadores rejeitou por unanimidade a proposta de reforma da lei laboral. A decisão foi tomada esta quinta-feira e marca um revés nas negociações entre o Governo e os parceiros sociais.
Executivo concede prazo adicional para reflexão
Após o anúncio do chumbo, o Governo concedeu mais 15 dias à central sindical para repensar a posição. Uma nova reunião com todos os parceiros sociais foi convocada, com o primeiro-ministro a apelar à UGT que deixe de lado "as paixões partidárias".
Patrões céticos quanto a entendimento
As confederações patronais lamentaram a rejeição da UGT e mostram-se pessimistas quanto à possibilidade de alcançar um consenso no prazo estabelecido. Sindicatos e confederações já antecipam que a decisão final sobre a reforma laboral possa recair no Parlamento, sem o selo da concertação social.
Partidos divididos sobre o processo
O PS acusou o Executivo de promover um "simulacro de negociação". O Chega afirmou ter ficado com o ónus de aprovar a reforma. Os restantes partidos da oposição, desde a direita à esquerda, criticaram a condução do processo iniciado no verão.
Movimentações no Partido Socialista
A semana ficou também marcada por desenvolvimentos internos no PS: o regresso de Pedro Nuno Santos ao Parlamento, o papel de Duarte Cordeiro e a liderança de José Luís Carneiro dominaram a agenda socialista. Ana Pedrosa Augusto e Nuno Artur Silva analisaram estas movimentações políticas.



























