CGTP condiciona cancelamento de greve geral ao fim da reforma laboral
A CGTP está disposta a recuar na convocatória da greve geral, mas apenas mediante uma condição: que o Governo abandone por completo a reforma da lei laboral.

Central sindical mantém pressão sobre o Executivo
A CGTP está disposta a recuar na convocatória da greve geral, mas apenas mediante uma condição: que o Governo abandone por completo a reforma da lei laboral.
A posição da central sindical liderada por Tiago Oliveira surge num momento de tensão entre os parceiros sociais e o Executivo, com as alterações ao Código do Trabalho no centro da contestação.
UGT aguarda por reunião antes de tomar posição
Enquanto a CGTP define os seus termos, a União Geral de Trabalhadores (UGT) adopta uma estratégia diferente. A central sindical vai esperar pela reunião de concertação social, agendada para quinta-feira, antes de anunciar se adere ou não à paralisação.
A reunião com o Governo poderá ser decisiva para o desfecho deste braço-de-ferro laboral. Caso o Executivo não ceda nas alterações propostas, Portugal poderá enfrentar uma greve geral com o apoio das principais estruturas sindicais do país.
A reforma laboral em cima da mesa tem gerado forte oposição dos sindicatos, que acusam o Governo de fragilizar os direitos dos trabalhadores.



























