Bruxelas rejeita acusações de Trump sobre violação de acordo comercial
Bruxelas rejeitou as alegações do presidente norte-americano Donald Trump sobre o incumprimento de compromissos comerciais por parte da União Europeia. A Comissão Europeia garantiu estar a cumprir tod...

Comissão Europeia responde a ameaças tarifárias
Bruxelas rejeitou as alegações do presidente norte-americano Donald Trump sobre o incumprimento de compromissos comerciais por parte da União Europeia. A Comissão Europeia garantiu estar a cumprir todos os termos da Declaração Conjunta negociada entre as duas partes.
Washington ameaça aumentar tarifas para 25%
Trump anunciou a intenção de elevar para 25% as tarifas aplicadas a automóveis e camiões fabricados na UE. O presidente dos EUA justificou a medida com alegadas violações do acordo comercial bilateral, acusações que Bruxelas contesta frontalmente.
Um porta-voz da Comissão sublinhou que a UE tem implementado "os seus compromissos no âmbito da Declaração Conjunta de acordo com as práticas legislativas padrão". A instituição europeia garante ainda ter mantido "o Governo dos EUA plenamente informado em todos os momentos".
UE mantém "todas as opções em aberto"
Bruxelas não ficou indiferente às ameaças. A Comissão deixou claro que procura "esclarecimentos sobre os compromissos dos EUA" e que permanece "totalmente empenhada numa relação transatlântica previsível e mutuamente benéfica".
Contudo, a mesma fonte avisou: "Caso os Estados Unidos tomem medidas incompatíveis com a Declaração Conjunta, manteremos todas as nossas opções em aberto para proteger os interesses da UE".
Incerteza legal após decisão do Supremo Tribunal
A autoridade legal de Trump para impor novas tarifas permanece pouco clara. Em fevereiro, o Supremo Tribunal norte-americano invalidou grande parte das tarifas anteriormente aplicadas, desmontando o esquema usado na guerra comercial contra parceiros dos EUA.
Após esse revés judicial, a Casa Branca impôs uma tarifa global temporária de 10% através de um novo enquadramento legal. Esta medida terá de ser renovada pelo Congresso em julho para se manter em vigor.



























